Ministra Carmem Lúcia dá 24h para General Heleno e Ramagem explicarem relatório da ABIN

Agência fez relatórios para orientar a defesa de Flávio Bolsonaro na anulação do caso Queiroz.

A ministra Carmen Lúcia deu 24 horas para Augusto Heleno, ministro do Gabinete de Segurança Institucional, e Alexandre Ramagem, diretor da Agência Brasileira de Inteligência, explicarem sobre a atuação do ministério e da agência na produção dos dois relatórios orientando a defesa do senador Flavio Bolsonaro (PR-RJ) na anulação do caso Fabrício Queiroz. 

A decisão foi tomada no âmbito da ação direta de inconstitucionalidade apresentada pela Rede e PSB, em que foi definido qual é o escopo de atuação das atividades de inteligência, julgada pelo plenário do STF em 13 de agosto de 2020. 

No sábado (12) o Senador Randolfe Rodrigues (Rede-AP) apresentou outro pedido para que a atuação da Abin neste caso seja devidamente limitada.

“O quadro descrito pelo autor da petição é grave”, escreveu Cármen Lúcia, e acrescentou: 

“Este Supremo Tribunal Federal afirmou, expressamente, na decisão da medida cautelar, a ilegitimidade de uso da máquina ou de órgãos estatais para atender interesses particulares de qualquer pessoa”.

A Abin sustenta que não produziu nenhum relatório. A defesa de Flávio Bolsonaro afirmou que o senador recebeu os documentos da agência. 

Será que a ministra vai quebrar a corrente do clã na relação familiar com o Fabrício Queiroz?

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