Direito ao voto antecipado em Portugal

As eleições presidenciais em Portugal serão am 24 de janeiro, mas a partir desta segunda-feira (11) os portugueses podem começar a votar, os doentes internados e os presos, de acordo com o calendário eleitoral.

Teve início hoje (11) a recolha dos votos destes eleitores pelo presidente da Câmara municipal (município) da área do estabelecimento hospitalar ou prisional, um vereador credenciado ou quem o represente, que se deslocará a esses estabelecimentos.

O pedido para o voto antecipado de doentes internados e presos foi realizado até 04 de janeiro e a coleta dos votos prolonga-se até quinta-feira, 14 de Janeiro. 

Este tipo de voto antecipado já existe há vários anos, mas nessa eleição a possibilidade foi estendida devido à pandemia de covid-19, que afeta Portugal desde março de 2020.

Nestas eleições presidenciais poderão votar antecipadamente, uma semana antes, os que não tiverem condições de votar em 24 de janeiro, a exemplo do que aconteceu nas europeias e legislativas de 2019.

No primeiro dia do prazo de inscrição para o voto em mobilidade, no domingo (10), foram 52.994 os eleitores a fazer o pedido de voto antecipado.

Haverá mesas coletoras nas sedes de cada um dos 308 concelhos (cidades), e não apenas na sede do distrito, como aconteceu nas eleições europeias e legislativas em  2019.

Também os doentes com covid-19 ou pessoas em isolamento profilático podem pedir para votar antecipadamente.

O pedido é feito por carta para a administração eleitoral e no site https://www.votoantecipado.mai.gov.pt.

As eleições presidenciais estão marcadas para 24 de janeiro e será a 10.ª vez que os portugueses são chamados a escolher o Presidente da República em democracia, desde 1976.

A campanha eleitoral decorre entre 10 e 22 de janeiro, com o país a viver sob medidas restritivas devido à epidemia. 

Concorrem às eleições sete candidatos, Marisa Matias (apoiada pelo Bloco de Esquerda), Marcelo Rebelo de Sousa (PSD e CDS/PP) Tiago Mayan Gonçalves (Iniciativa Liberal), André Ventura (Chega), Vitorino Silva, mais conhecido por Tino de Rans, João Ferreira (PCP e PEV) e a militante do PS Ana Gomes (PAN e Livre).

Fonte: 

http://www.cne.pt/

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